1.9.14
25.8.14
today
there are walls and once you press your shands they slide like doors. we fall in love with possibilities, I fell in love with the wrong possibilities of you. it is never enough, no one enters the skin and I can't leave it either.
23.8.14
Margolis
I was uneasy all day long
and no pill and no cigarette helped me out today
I hope he said yes and I hope it echoes.
richard siken
eu tenho trechos de poemas pra mandar mas não tenho quem os receba, algo assim dizendo "and the man threw his sadness away but he still had his hands."
22.8.14
just say you will
you wanna rock my boat, its ok, its ok, this is my river too
and I can float on forever.
21.8.14
eu não sei mais
se eu te disser que te amo, preciso dizer também o que fiz ontem a noite com um estranho? ou o que basta é o amor?
20.8.14
17.8.14
16.8.14
as memórias
as memórias devem ser contempladas como paisagens distantes de algo que foram, à distancia, sem qualquer proximidade que seja, vistas pela ponta errada de um binóculo, para que haja tempo de correr caso resolvam montar a galope e aproximar-se como se estivessemprestes a acontecer novamente.
é como ano novo, só que no meio do ano
o sol vai nascer a qualquer momento e me falta o intelecto para descrever o momento
embora no peito nasça uma pedra vulcânica de erupção que ninguém viu.
julia
- porra, misturou o md com o doce e a porra do pó que rafael cheirou
- caralho, calma po, fica calma que vai ficar bom
- não velho, exatamente isso, ta do caralho agora, o problema é que isso poderia durar minha vida toda e não vai!!
do what you want
fecha os olhos
paraaaaa
vai, fecha os olhos e escuta esse refrão
lá vem tuas bichadas...
agora imagina ff atrás de tu se esfregando e fazendo o que ele quiser
pompei
sim, se você fechar os olhos pode ser que pareça que nada mudou, ou no máximo que a mudança foi prevista, ou expectada, as vezes até desejada, se você os fechar forte o suficiente.
mas não
se as pessoas tivessem o tempo, como o tem as borboletas, de se preparar para ser o que se é, ou o que será, ou o que quer que seja.
14.8.14
as línguas se estalam ao dizer
as pessoas falecem, se vão, batem as botas, passam dessa pra melhor; de forma mais simples, elas são atropeladas, súbita ou lentamente, pelo mesmo mal que não ousamos dizer: elas morrem.
e o que fica é sempre um espaço morto a ser preenchido pelo que der, veja bem, pelo que der, pois nada mais caberá ali novamente.
had i not loved before, i could swear i was a virgin
eu não sei do seu corpo, não entendo o seu sexo, embora entenda de corpos e de sexos, mas não o seu porque o seu faz de mim uma menina branca, imaculada, suja apenas na cabeça.
livro
como num livro em que a história vinha se repetindo e repetindo e repetindo incansavelmente, as palavras aos poucos se escrevendo em minhas mãos, quando então me lembrei: falta passar a página.
agora há um deslumbre branco e uma caneta inexperiente e daqui em diante, a história é minha.
ffffffffuck
tenho contemplado uma vida dentro de minha própria, como se houvessem injetado um veneno vivo em minhas veias que corre lentamente, aveludando com fogo todo o lado de dentro, doce que sinto com todo o corpo, feito tivessem crescido papilas gustativas no interior de todo interior e eu não passasse de uma menina sendo chupada por um pirulito.
ffffffffuck
tenho contemplado uma vida dentro de minha própria, como se houvessem injetado um veneno vivo em minhas veias que corre lentamente, aveludando com fogo todo o lado de dentro, doce que sinto com todo o corpo, feito tivessem crescido papilas gustativas no interior de todo interior e eu não passasse de uma menina sendo chupada por um pirulito.
smile, it's a trap
você que está aqui o suficiente para poder ver meus olhos de qualquer ângulo, presente o suficiente para achar que de fato existe, ou que existe para mim, pelo menos, que posso te ver também. mas, não. esse é o centro de uma extensa e longa teia traçada minuciosamente pelos meus desejos, uma teia que estende-se até os cantos mais escuros de um pensamento e que corre por trás de minhas pupilas ilusoriamente dilatadas como se visse algo de interessante. não, o interessante está dentro e no final, lá no fim da intenção de toda teia de aranha: to trap.
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